Windows 8 pode não ser a melhor escolha para jogos!!!
Falta pouco tempo para a chegada do Windows 8, o mais novo sistema
operacional da Microsoft que promete unir PCs e tablets sobre no mesmo
ambiente. Apesar de toda a comunidade de entusiastas da tecnologia estar
aguardando ansiosa pela novidade, algumas personalidades importantes do
mundo dos games parecem desacreditar o futuro do novo OS.
Há décadas que o Windows tem sido a plataforma preferida dos desenvolvedores de jogos para computadores pessoais, principalmente por causa da popularização do pacote de APIs do DirectX. Além de apoiar os programadores de jogos com boas ferramentas de criação, o sistema operacional da Microsoft também permitia que qualquer programa compatível pudesse rodar sem nenhum tipo de restrição.
Em outras palavras, qualquer software criado para a plataforma Windows pode ser distribuído sem nenhuma limitação imposta pelo sistema operacional. Essa relação de liberdade por parte do SO rendeu muitos frutos para a gigante de Redmond, considerando que uma boa parcela dos usuários adquiriram um PC com Windows principalmente para poder rodar os seus games favoritos. Entretanto, isso pode mudar com a vinda da oitava versão do sistema operacional.

Por outro lado, o grande número de fabricantes compondo o mesmo gabinete também é um dos motivos que podem desestabilizar o sistema, devido às falhas de cumprimento das normas de padronização. Preocupada em amenizar este problema, a Microsoft projetou o Windows 8 para ser totalmente compatível com a nova arquitetura UEFI, que deve substituir a BIOS.
Além de ser uma solução mais sofisticada para a inicialização do sistema, a UEFI também pode atuar como um autenticador de hardware, impedindo o Windows de rodar em sistemas que não foram licenciados pela Microsoft.
Para os gamers, isso pode significar uma grande perda na diversidade de hardware disponível, considerando que muitos fabricantes abandonariam a plataforma porque não querem arcar com os custos de um licenciamento, empobrecendo a oferta de máquinas destinadas aos jogos.
Novamente, a Microsoft ainda não divulgou informações específicas sobre como a autenticação de hardware vai funcionar, e boa parte das afirmações sobre o assunto são apenas especulações.
Sejam todos esses temores bem embasados ou não, só saberemos ao certo o
quanto o Windows 8 pode ser bom ou ruim para a indústria dos games
depois do dia 26 de outubro, quando o SO for oficialmente lançado.
Há décadas que o Windows tem sido a plataforma preferida dos desenvolvedores de jogos para computadores pessoais, principalmente por causa da popularização do pacote de APIs do DirectX. Além de apoiar os programadores de jogos com boas ferramentas de criação, o sistema operacional da Microsoft também permitia que qualquer programa compatível pudesse rodar sem nenhum tipo de restrição.
Em outras palavras, qualquer software criado para a plataforma Windows pode ser distribuído sem nenhuma limitação imposta pelo sistema operacional. Essa relação de liberdade por parte do SO rendeu muitos frutos para a gigante de Redmond, considerando que uma boa parcela dos usuários adquiriram um PC com Windows principalmente para poder rodar os seus games favoritos. Entretanto, isso pode mudar com a vinda da oitava versão do sistema operacional.
Autenticação de hardware
Diferente do Mac ou dos smartphones, o Windows não foi projetado para
rodar apenas em máquinas “fechadinhas” vendidas pela própria Microsoft,
mas sim em qualquer microcomputador montado com qualquer hardware
compatível com a arquitetura IBM PC e com o SO. Esse é um dos principais
motivos do sucesso do sistema operacional.
Por outro lado, o grande número de fabricantes compondo o mesmo gabinete também é um dos motivos que podem desestabilizar o sistema, devido às falhas de cumprimento das normas de padronização. Preocupada em amenizar este problema, a Microsoft projetou o Windows 8 para ser totalmente compatível com a nova arquitetura UEFI, que deve substituir a BIOS.
Além de ser uma solução mais sofisticada para a inicialização do sistema, a UEFI também pode atuar como um autenticador de hardware, impedindo o Windows de rodar em sistemas que não foram licenciados pela Microsoft.
Para os gamers, isso pode significar uma grande perda na diversidade de hardware disponível, considerando que muitos fabricantes abandonariam a plataforma porque não querem arcar com os custos de um licenciamento, empobrecendo a oferta de máquinas destinadas aos jogos.
Novamente, a Microsoft ainda não divulgou informações específicas sobre como a autenticação de hardware vai funcionar, e boa parte das afirmações sobre o assunto são apenas especulações.
Será mesmo tão ruim assim?
Apesar das queixas dos gurus da indústria, é possível que, em um
primeiro momento, as desvantagens das restrições impostas pelo novo
Windows sejam sentidas mais pelos distribuidores de jogos do que pelos
desenvolvedores em si. Afinal, se o preço e a qualidade do serviço forem
iguais, para o desenvolvedor há poucas diferenças entre a distribuição
via Steam ou Windows Store.
Além disso, o lançamento de uma nova versão do Windows não implica que
todos os computadores vão precisar fazer o upgrade, basta considerar que
muitas pessoas ainda usam o Windows XP até hoje. Exceto pela falta de
suporte para novas tecnologias, a princípio, nada impediria os usuários e
até os desenvolvedores de continuarem a usar o Windows 7 caso a nova
versão não agrade.
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